Educação Sexual, pornografia e o vibrador atômico
Meninos são incentivados a consumirem pornografia desde o tempo em que a pornografia era impressa como uma forma de evitar que se tornem gays. Os efeitos da pornografia podem ser vistos como o crescente número de jovens com disfunção erétil hoje em dia (como você pode ver aqui) ou os casos das meninas que são hospitalizadas ou até morrem por fissuras no colo do útero durante relações sexuais (veja aqui). Palavras como "arregaçar" e "arrombar" são tão comuns que são ditas até no sexo entre mulheres. A violência como parte do sexo é visto com algo natural para aqueles que não acompanharam o surgimento e ascensão da indústria pornográfica.
A estratégia dos nossos pais e avós de transformar o sexo em tabu e jamais falar sobre pode até ter dado certo em uma sociedade na qual para consumir pornografia, era necessário ir até uma banca de revista ou locadora com um identidade de maior de 18 anos e dinheiro no bolso, mas hoje em dia, se você não fala sobre sexo com seu filho, uma quantidade surreal de conteúdo pornográfico gratuito na internet
relacionando sexo com violência para os homens e submissão para as mulheres está disponível a um clique.
Dar um vibrador para uma criança de 12 anos pode não ser a melhor estratégia, mas o caminho do moralismo também não. É necessário falar de sexo, consentimento e liberdade sexual com os nossos filhos sob pena de vê-los aprendendo com os pornógrafos e sofrendo as consequências no futuro.

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